Vingança da Natureza
Juro que nunca tinha visto um negócio desses. Lembram daquela propaganda dos postos Ipiranga em que um casal de farofeiros estaciona o carango debaixo da sombra de um coqueiro pra não queimar a pintura no sol e um coco cai afundando o capo do carro?
“...Olha, um coco...!”
Pois é. Eu estava caminhando em direção a praia junto com o Deco e o Alenca quando de repente ouvi um estalo como se fosse algo quebrando. Bastou procurar um pouquinho que vimos mais adiante um coqueiro (devia ter mais de 20 metros, acho) envergando como uma maria-mole colocada de pé. Os ambulantes começaram a gritar... um banhista conseguiu salvar sua Courrier, mas um Focus ficou sem nenhum super-herói pra lhe salvar.
“CACETE!!”
“Acho que alguém não vai voltar de carro pra casa hoje...”
Imagine uma arvore caindo encima de um carro. Quantas vezes na vida você já viu, ao vivo, uma cena bizarra dessas? O lado do motorista ficou totalmente destruído mas, segundo Alenca, não o suficiente pra caracterizar perda total. Ainda faltavam 200m até a areia, caminhando por uma alameda cheia de coqueiros iguaizinhos a aquele, balançando serelepes ao vento. Andamos, os três patetas, caminhando a passos curtos e olhando para cima, até a areia.
Como diria o a muito finado governador Otávio Mangabeira: “Pense em algum absurdo. Na Bahia tem precedente.”
“...Olha, um coco...!”
Pois é. Eu estava caminhando em direção a praia junto com o Deco e o Alenca quando de repente ouvi um estalo como se fosse algo quebrando. Bastou procurar um pouquinho que vimos mais adiante um coqueiro (devia ter mais de 20 metros, acho) envergando como uma maria-mole colocada de pé. Os ambulantes começaram a gritar... um banhista conseguiu salvar sua Courrier, mas um Focus ficou sem nenhum super-herói pra lhe salvar.
“CACETE!!”
“Acho que alguém não vai voltar de carro pra casa hoje...”
Imagine uma arvore caindo encima de um carro. Quantas vezes na vida você já viu, ao vivo, uma cena bizarra dessas? O lado do motorista ficou totalmente destruído mas, segundo Alenca, não o suficiente pra caracterizar perda total. Ainda faltavam 200m até a areia, caminhando por uma alameda cheia de coqueiros iguaizinhos a aquele, balançando serelepes ao vento. Andamos, os três patetas, caminhando a passos curtos e olhando para cima, até a areia.
Como diria o a muito finado governador Otávio Mangabeira: “Pense em algum absurdo. Na Bahia tem precedente.”


